Frases, Reflexões, Poema, Mensagens e Conselhos.

Quando o Amor Esfria, Ainda Há Quem Sonhe

Acabou a paz, e por isso os países estão em guerra.


Há muita inveja e, por isso, irmão mata irmão.

Traímos por um punhado de moedas; somos traidores por falsas promessas,

vendendo valores eternos por vantagens passageiras.

O perdão já não existe — morreu,

levando consigo a esperança de que um dia tudo seria esquecido,

de que tudo voltaria a ser belo.

Por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriou,

gelou… quase acabou.

Vivemos tempos de corações endurecidos,

onde a verdade é negociada e a justiça silenciada.

Onde muitos falam de amor, mas poucos o praticam.

Será o fim ou apenas o princípio das dores?

Não sei, de fato, afirmar.

Só sei que sigo sonhando,

acreditando que um dia a maldade possa cessar

e que o amor volte a reinar —

não como palavra vazia,

mas como vida, atitude e verdade.




Maturidade e Sabedoria


Quando eu era menino, agia como menino, pensava como menino e fazia coisas próprias da infância.

Mas o tempo passou. Cresci. E agora, ao olhar para o homem que me tornei, percebo que a maturidade exige mais do que o simples passar dos anos. Preciso agir com a responsabilidade de um homem, e não mais com as imaturidades de um garoto.

Ser homem é, antes de tudo, assumir a responsabilidade pelos meus compromissos, pela minha palavra e pelos meus atos.

É entender que a verdadeira força está em honrar os princípios que cultivamos e em viver de acordo com eles, mesmo quando a vida nos desafia. Preciso ser como Jó: íntegro, reto, temente a Deus, reconhecendo que a fé não se limita aos momentos de facilidade, mas se revela nas provas da vida.

Agir como homem é abandonar as picuinhas, as brigas pequenas e as intrigas que só nos afastam do que realmente importa.

É deixar para trás as minúcias que nos distraem e nos desvirtuam daquilo que Deus espera de nós. No lugar disso, precisamos cultivar o respeito, a paciência, e o perdão – pilares que fortalecem nossa caminhada espiritual e humana.

Ser homem é também ser alguém que se dedica à família com carinho e respeito.

É ser bom filho, bom irmão, bom pai, e, acima de tudo, um cidadão comprometido com o bem comum e com a justiça. A verdadeira masculinidade é aquela que se constrói no serviço ao próximo, que se revela nas pequenas atitudes diárias de cuidado e generosidade.

Agir como homem é agir com a razão, mas sem perder a capacidade de se emocionar diante do sofrimento e das dificuldades alheias.

É buscar o equilíbrio entre a lógica e o amor, entre a mente e o coração. E, talvez, o maior desafio seja não perder a sensibilidade, a capacidade de dividir o pão com quem tem fome, de estender a mão para quem precisa, de ser luz na vida do outro.

Por fim, ser homem é manter viva a inocência de criança, mas com a sabedoria que a experiência e os erros nos ensinam.

É saber que o amadurecimento não significa perder a capacidade de sonhar, de ver o mundo com olhos puros e esperançosos. Mas também é reconhecer que, para ser verdadeiramente inteiro, precisamos aprender com os nossos erros e com a vida, sem jamais abrir mão da compaixão e do amor. 








O Espelho do Abandono


Quando todos te virarem as costas, talvez você perceba que também fez isso a quem mais te apoiava.

O abandono dói, machuca e confunde. Ele nos faz acreditar que fomos deixados injustamente, como se o mundo tivesse decidido seguir sem nós. Mas há momentos em que a solidão não é castigo — é reflexo.

Nem toda ausência nasce da indiferença. Algumas nascem do cansaço de quem ficou tempo demais, oferecendo presença onde já não havia espaço para gratidão. Pessoas que sustentaram, acolheram e permaneceram quando você não tinha nada além de fragilidade.

A vida, silenciosa e precisa, nos coloca diante do espelho. E nele não vemos apenas quem nos deixou, mas também quem deixamos para trás. Não por maldade, mas por distração, orgulho ou pela falsa sensação de que apoio é eterno.

O espelho do abandono não acusa — ele revela. Revela que presença precisa ser cuidada, valorizada e retribuída. Porque quem hoje faz falta, um dia foi essencial. E quem hoje se sente só, talvez apenas esteja aprendendo o valor de quem sempre esteve.




A inveja


A inveja é sorrateira, silenciosa.

Ela não anuncia chegada, não levanta a voz, não pede licença.

Às vezes se apresenta como bondade,

outras como cuidado excessivo.

Sorri enquanto observa,

elogia enquanto mede,

aplaude enquanto calcula.

A inveja sabe ouvir seus sonhos

apenas para compará-los aos dela.

Sabe perguntar da sua vida

não por interesse, mas por desejo.

Ela entra no trabalho, circula entre mesas, cresce nos corredores.

Depois atravessa a porta da sua casa, senta no sofá, toma seu café

e se acomoda — como quem pretende ficar.

A inveja não quer apenas o que você tem.

Ela quer o que você é.

Sua paz,sua leveza, sua fé, sua coragem de continuar

mesmo sem aplausos.

E o mais perigoso: a inveja se fortalece quando não é percebida.

Quando confundida com amizade, quando aceita sem discernimento,

quando alimentada pela exposição excessiva

e pela confiança sem limites. A inveja cega quem sente

e tenta escurecer quem recebe.

Ela não destrói de uma vez, vai minando aos poucos:

desanima, confunde, enfraquece.

Por isso, vigie.

Nem todo sorriso é abrigo.

Nem todo elogio é torcida.

Nem toda presença carrega boas intenções.

Proteja sua essência.

Guarde seus sonhos.

E lembre-se: quem caminha na luz

não precisa apagar ninguém para brilhar.


O Diamante


Com todo o seu brilho e beleza, um diamante trancado em uma gaveta não passa de uma pedra sem luz, sem cor.

Talvez você seja — ou esteja se sentindo — assim: um lindo diamante que deixou de brilhar por estar escondido, abafado pelo medo, pelo cansaço ou pelas decepções da vida.

Mas diamantes não foram feitos para a escuridão.

Eles nascem sob pressão, resistem ao tempo e revelam seu valor quando encontram a luz certa.

A gaveta não define quem você é — ela apenas esconde, por um tempo, aquilo que já existe em você.

Saia.

Permita-se tentar de novo, errar, aprender e recomeçar.

Mostre ao mundo o brilho que sobreviveu às quedas, às dores e aos silêncios.

Você não perdeu o seu valor.

Você apenas estava esperando o momento de brilhar.  



O falso recomeço


É ano novo.

As ruas repetem fogos, as pessoas repetem promessas

como se o tempo obedecesse ao relógio.

Eu observo.

O calendário muda de roupa, mas os desejos continuam usando

o mesmo tecido gasto.

Quero realizar, mas o querer vem velho,

aprendeu a desconfiar dos planos.

Quero conquistar, mas a conquista já sabe

quantas vezes foi adiada.

O ano nasce, mas dentro de mim o tempo anda devagar.

Crescer ainda parece coisa do ano passado, daquele passado que insiste

em atravessar os dias novos.

Chamam isso de recomeço.

Eu chamo de espera.

É ano novo,

e eu sigo velho —

não de idade, mas de expectativas cansadas

e sonhos que aprenderam a sentar.

Não espero milagres.

Espero coragem.

Que o novo não chegue em datas, mas em gestos pequenos, em escolhas que não façam barulho.

Talvez o novo não aconteça de repente.

Talvez ele não anuncie chegada.

Talvez comece discreto, quando eu parar de esperar e finalmente andar.

Até lá,

é ano novo.

E eu sigo aqui, velho o bastante para duvidar, mas atento o suficiente

para reconhecer o dia

em que o novo, sem avisar, acontecer. 


Tua Doce Pele



Tua doce pele me chama antes mesmo do toque.

Teu rosto suave me encanta, me fascina, me rouba o fôlego como quem sabe exatamente o poder que carrega.

Teus olhos me prendem, transmitem segurança e paz, mas também prometem tempestade quando me olham sem pressa.

Teus lábios me instigam, provocam desejos silenciosos, e a vontade cresce lenta, quente,

insistente em querer te beijar até que o mundo se cale.

O deslizar dos meus dedos em tua pele aprende teus segredos, enquanto meu olhar se perde em ti

sem medo, sem culpa.

Ali se revelam o amor que sinto e o desejo que arde, intenso, vivo, inteiramente por ti. 



Eu te amo e não é pouco

Eu te amo.

E não é pouco.

Amo quem você é

depois de tudo o que enfrentou

e ainda assim permaneceu.

Você esteve comigo nos dias em que chorei em silêncio,

nos momentos em que sorri sem saber por quê,

nas horas em que quase desisti

— e mesmo assim seguiu.

Você conhece minhas dores

antes que elas virem palavras.

Sabe quando o coração pesa,

quando a alma cansa,

quando tudo dentro de mim pede um descanso.

Faz tempo que caminhamos juntos.

Você me levantou quando caí,

me abraçou quando ninguém viu,

e sussurrou: “continue… não pare agora”.

Se o mundo se afastar, se as vozes se calarem, você permanece.

Por isso escrevo: cuide de você.

Do corpo que te sustenta, da mente que te protege,

do coração que insiste em sentir.

Não há amizade mais fiel, nem amor mais necessário do que aquele que você oferece a si mesmo.

Assinado:

você —

sempre.  


A vida pede colo

 


A vida pede colo

A vida é curta para desperdiçar brigando,

quando se pode ninar, beijar e fazer cafunés.

Curta demais para erguer muros

onde caberia um abraço demorado,

onde um sorriso resolveria

o que o orgulho insiste em complicar.

O tempo não pede licença,

ele passa enquanto escolhemos

entre ferir ou acolher,

entre vencer discussões

ou preservar o amor.


Há batalhas que não valem o cansaço,

há silêncios que pedem mãos,

há corações que só querem descanso

no colo de quem sabe ficar.


Que a gente aprenda, todos os dias,

a trocar o tom de voz pelo toque,

a razão pelo cuidado,

porque no fim da vida,

ninguém sente falta das brigas,

mas sente falta de quem poderia ter sido

ninar, beijo e cafuné. 


Lápis de cor



Queria ser um lápis de cor

Às vezes eu queria ser um lápis de cor,
viver na ponta suave de um sonho,
colorindo os dias cinzas que cruzam o caminho
com toneladas que a alma insiste em guardar.

Pintaria de amarelo o medo escondido,
de azul as tempestades que o peito inventa,
de verde os passos que ainda vacilam,
de vermelho o amor que nunca se cansa.

E, quem sabe, em cada traço simples
de alegria, esperança e abrigo,
eu descobriria que o mundo muda
quando a gente começa
pelas cores que carrega dentro.

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A vida é como a vela


Frágil, serena, silenciosa.
Sua chama dança ao sabor do vento, iluminando caminhos por onde aquecemos, aquecendo corações por onde tocamos.

E quando a noite se alonga

e o mundo parece frio demais, ela insiste em brilhar, mesmo que tremulante, mesmo que pequena, como quem diz que a esperança

não precisa ser grandioso — apenas viva.

Há momentos em que o vento se enfurece, tentando apagar o fogo que guardamos.

Nessas horas, a chama recua, encolhe-se em si mesma, mas não se entrega:

espera o sopro calar, espera o silêncio voltar,

para então erguer-se de novo com a mesma humildade luminosa.

E quando enfim a cera finda e a chama se inclina ao descanso, o que permanece não é o brilho,

mas o rastro de calor deixou nas mãos, nos olhos, na memória.


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Quando só um lado cede

 


Tem gente que exige sutileza, mas não sabe o que é ser sutil.

Quer que a nossa boca vire escudo, enquanto a deles dispara como uma flecha que nunca erra o alvo.

Cobra palavras doces, mas entrega apenas amargura.

Quer que falemos baixo, mas nos obriga a ouvir seus gritos.

Você exige tudo de mim, enquanto eu peço apenas o básico: que seja reciproco — e nem isso você entrega. 


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Sedução Intensa


Esta noite, amor,

o ar entre nós é uma faísca.

Nem te toco, e ainda assim

meu desejo já desliza pela tua pele

como um que queima.

Caminho na tua direção

e cada passo é um convite silencioso,

uma promessa

com o jeito que meus olhos te procuram.

Teu corpo me lê sem palavras,

eo meu responde,

aproximando-se devagar,

como quem sabe

que a antecipação é parte do prazer.


Deixo minha mão pairar perto da tua,

mas não — ainda.

Quero que sintas o imã,

a força suave que te puxa,

a vontade que cresce no espaço

entre o quase eo agora.

E quando finalmente te toco,

não é um simples gesto:

é o subirr de um incêndio,

o calor que explode num só suspiro,

a certeza de que tu e eu

fomos feitos para este momento.

Porque sedução, amor,

não é pressa.

É a arte deliciosa

de te conquistar

antes mesmo de me entregar. 


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